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sábado, 15 de maio de 2010

Rita Pavone a la Carmem Miranda...

Interessa-me estas interface estabelecidas para com o nosso país, nossa cultura, no momento estou interessado neste recorte. O olhar do outro a nosso respeito tem sido ignorado. Não que devamos depender do olhar do outro como aprovação ou validade da nossa cultura. Por outro laado, é certo que ignorar este olhar, é também uma forma de colonialismo, por sinal isto tem sido ocultado há séculos, lembro-me agora que só fiquei sabendo que nossos índios em 1500 produziam cultura quando vi um Manto Tupinambá, levado para a Dinamarca, exposto numa Bienal de Arte de SP.
..

Uma coisa que vejo no nosso País é esta ocultação da visão que o estrangeiro tem a nosso respeito. Porque será que isto ocorre? Na escola não me falaram nada disso. Só me dei conta da beleza do Manto Tupinambá, da coleção do Reino da Dinamarca, quando vi a peça numa Bienal de Arte de SP. Parece que um trabalho de ocultação,,sei lá o que ocorre…Quando vejo Dalida cantando o nosso,,e músicas como Aquarela do Brasil sendo cantada em todo o planeta, noto que temos que atentar para isso, não tem cabimentos não atentarmos para nossos valores, nossa cultura

Palavra (encantada

sequência de imagens referentes ao poema segundo de Alberto Caeiro. Realizado por Carlos Rodrigues(sou o doente dos olhos), Carina palma, Rita Mestre.


Por Jo Saores

Lista
http://www.youtube.com/watch?v=wYh8Difi3eA&feature=PlayList&p=341CCA346B6E0DFB&playnext_from=PL&index=45&playnext=3

Vamos às conexões mundo afora através deste poeta
EUA, Brasil e Portugal ,.... John Lennon, Sebastião Salgado e Fernando Pessoa


Música….Ana Moura…fadista
Dos Estados Unidos à Europa, Ana Moura continua a cantar e encantar nas mais conceituadas salas de espectáculos de todo o mundo


Amália Rodrigues…
Barco Negro


Filme..amalia..1955…



Mariza…barco negro



http://www.youtube.com/watch?v=kc7iJQFPmaw&feature=related

Dulce Ponte…


Rita Pavone…Carmem Miranda



Dalida Rio do Brasil




Brasil carnaval


http://www.youtube.com/watch?v=K3mYDwRTALo&feature=PlayList&p=CF2D4403C6CD82A5&playnext_from=PL&playnext=1&index=31

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O conto do vigário do baronato da mídia

Este assunto começou no blog do Luis Nassif

Porque será que as empresas de comunicação na área das velhas mídias não aceitam a abertura de sua própria porteira?
Fato: o monopólio da mídia não abriu nem aceita que se abra sua porteira, quando deveria ser o setor mais aberto, pois que envolve direito ao acesso dos brasileiros à opiniões diversas que não apenas a da nossa atrasada elite, esta com espaço garantido nas Globos, Folhas, Vejas e Estadões.A lógica disso é a dominação de uma elite "pensante" (???) sobre os destinos deste País, com forte influência em decisões para nosso País, por exemplo em quem devemos ou não devemos votar, que projeto de País seguirmos,,isso a velha mídia não aceita perder, daí seu posicionamento contra a abertura do mercado da comunicação, na prática bastante benéfico, pois que nos traz outros pontos de vista, o que o latifúndio da mídia não aceita.

Incrível como não há uma grande mobilização nacional contra este comportamento da mídia que, é claro, sempre definiu as decisões do Congresso Nacional, bem com o que os demais poderes (Executivo e Judiciária) podem e não podem fazer.
Vejo o quadro como uma situação análoga á do Iraque, afinal de contas qual o espaço resevado para o cinema nacional? Dias atrás, na TV Sesc, vi o cineasta João Batista dizendo que países como Brasil, Argentina e México, a ocupação por Holywood fica em torno de 95 por cento. Isto se repete em todas as áreas, e basta que se defenda os interesses nacionais, as nossas indústrias, nossa cultura, para que sejamos classificados como atrasados e xenófobos. Isto vem desde o fim da Segunda Guerra, quando o mundo foi dividido em duas partes, uma para os EUA e outra para a URSS. O Brasil, que ficou sob a influência dos EUA, depois da política da boa vizinhança, teve que abrir mão de tudo, do nosso cinema, da indústria automobilística (leia-se fábrica Gurgel),,e a política do arrrasa-quarteirão não cessa, sendo que a última implosão foi provocada por FHC quando extinguiu, por exemplo, um centro de pesquisa e tecnologia da Telebrás, onde o Brasil detinha um grande número de cientistas, técnicos e pesquisadores colocavam no mercado uma tecnologia que não deixava a dever a nenhum outro país de primeiro mundo. No entanto as empresas que abocanharam o sistema Telebrás exigiram que tal centro de pesquisa fosse fechado, o qual será reaberto pelo presidente Lula neste projeto da Banda Larga para quem ainda não a tem. Qual foi a reação da mídia neste caso senão o de verdadeiros cães pitbulls defendendo não sei lá o que. Uma coisa de louca esta autofagia da imprensa nacional. Por isso não há nenhum exagero em afirmarmos que a elite brasileira não é conservadora mas atrasada mesmo. A música é uma das poucas áreas em que a invasão a la iraque não conseguiu destruir totalmente. No entanto, mesmo nesta área temos muito o que fazer, como por exemplo uma maior integração com os países de língua portuguesa e África, o nosso berço musical. Enfim, a política brasileira tem que ser de resgate de tudo isso, da música ao cinema, passando por nosso parque industrial, pois não podermos ser eternos exportadores de matérias-primas, o que vem desde o descobrimento. Voltando à música, que tal o nosso Mercosul dos países de lingua portuguesa?

A social-democracia neoliberal: de Miterrand a Zapatero, passando por FHC

Por Emir Sader - na Carta Maior

Um momento importante na construção da hegemonia neoliberal foi quando o governo de François Mitterrand, na França, depois de um primeiro ano com o programa tradicional da esquerda, de fortalecimento do Estado, nacionalização de empresas, conquistas sociais, etc., deu uma virada radical no segundo ano, incorporando elementos essenciais do Consenso de Washington. Era um elemento novo. Um governo social democrata, ao invés de se opor ao modelo neoliberal pregado e colocado em prática por Reagan e Thatcher, se somava a ela, aderia às privatizações, ao ajuste fiscal, ao Estado mínimo, etc.Foi seguido por Felipe Gonzalez, na Espanha , e foi se generalizando para a própria América Latina, onde os socialistas chilenos e a Ação Democrática na Venezuela, entre outros, seguiram o mesmo caminho, até que FHC se somou à lista.

Comentários

ANDRE OLIVEIRA: Emir Sader, por favor, convença-me com mais e melhores argumentos que a política econômica de Lula é diferente da de FHC. Não diga, simplesmente, que Lula descobriu a pólvora. Há uma falta de sinceridade histórica em seus textos que me faz duvidar de suas intenções. E olha que concordo com muitas coisas que você escreve. Não zombe da minha inteligência.

IV Avatar: André Oliveira e André Vadão Ribeiro que, pelo que me consta é a mesma pessoa, a diferença entre Lula e FHC está nos números, nos resultados, nas estatísticas, consulte-as em todas as áreas, por exemplo, quanto o comércio exterior cresceu mundo afora nos governos FHC e Lula,,,quantos pobres sairam da pobreza nos governos Lula e FHC,,,segue link para quadro demonstrativo para vc clarear suas idéias meio anuviadas http://blogdoonipresente.blogspot.com/2010/05/fhc-e-lula-como-o-brasil-mudou-de-um.html

Leia mais
http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=468
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A história de um ex- escravo - Clique aqui